Perguntas Frequentes

FAQ

1Dente “queiro”, dente “siso” ou 3º molar: quando retirá-lo ?

O dente siso, ou terceiro molar ou ainda “dente queiro” ou como é conhecido por alguns como o “ dente do juízo”, é o último dente a nascer e, pode provocar uma série de complicações.

Lá pelos 18 ou 20 anos, quando a era das espinhas chega ao fim, o último dos dentes erupciona (nasce). Em alguns casos o “siso” pode ser sinônimo de problemas, isso porque os demais dentes já estão crescidos e nos devidos lugares, podendo então não haver espaço para os sisos nascerem.

Assim, por não haver espaço para o dente siso nascer, ou entre outros casos ele “aparece” mas não nasce totalmente e ainda os casos mais graves, que são bastante comuns, diagnosticado como dente incluso ( que pode ficar embaixo do osso).

Em todos os casos podem ocorrer problemas. Mesmo só uma ponta do dente nascer já basta para provocar:

- Entrada de bactérias que deflagram inflamações nas gengivas;
- Pode também causar reabsorções da raiz dos dentes vizinhos (como o dente não consegue nascer, ele “empurra” os dentes vizinhos, deixando-os tortos e dores nas articulações (ATM);
- Em casos mais graves, podem surgir cistos.

Nesses casos recomenda-se extrações. O dente siso só é deixado “quieto”, quando consegue nascer sem causar tormentos.

2Quando uma pessoa perde todos os dentes os ossos da boca diminuem e a dentadura vai ficando folgada com o tempo ?

Sim. Isso acontece porque quem perde os dentes e coloca uma prótese móvel (dentadura) acaba perdendo também massa óssea, o que resulta na atrofia do osso da mandíbula ou da maxila.

O implante dentário pode evitar essa perda óssea e muitos outros problemas, como dificuldades de mastigação e digestão, dores nas articulações (ATM), de cabeça e enxaqueca, além de melhorar o paladar e a fonética do paciente

3Uma pessoa pode colocar um implante quando não tem a raiz do dente?

Sim. Tanto é possível, como esta é a situação ideal para colocar os implantes, os quais são definidos como “raízes” artificiais instaladas (implantadas) na arcada superior ou inferior.

Ao substituir as raízes dentais, possibilita a confecção de próteses sobre eles, permitindo que o paciente recupere as funções estéticas e de mastigação, além de devolver a qualidade de vida social, a pessoa que falta um ou todos os dentes.

4Será que eu posso fazer um Implante Dentário ?

Segurança, conforto e satisfação. Essas são as palavras que saem da boca de quem passou por um tratamento com implante e recuperou a plena capacidade de sorrir, mastigar e falar.

Mas afinal, quem pode ser um candidato ao implante dentário?

- Falte um, mais de um ou vários dentes;
- Falte todos os dentes na arcada superior e inferior;
- Deseje substituir a prótese móvel (dentadura) por dentes fixos;
- Haja falta de estabilidade e retenção da prótese removível/móvel;
- A prótese móvel não esteja confortável;
- A prótese móvel não seja esteticamente adequada;
- A prótese deixe a pessoa insegura ou já tenha lhe causado algum problema;

Haja dificuldade na mastigação dos alimentos.

5Qual o limite de idade para colocar Implante Dentário ?

Em pacientes jovens, os implantes dentários só podem ser colocados depois que os ossos da mandíbula estejam totalmente desenvolvidos. (Após 17 - 18 anos). Nas demais situações, não há limite de idade – desde que, logicamente, o paciente não apresente nenhum fator de risco médico significante.

6Por que é necessário, repor somente um dente que falta ?

Os dentes para funcionarem bem, precisam estar em equilíbrio nos arcos dentários superior e inferior, sempre submetidos a um sistema de forças, oriundas dos músculos mastigatórios, lábios, bochechas e língua. A perda de um só dente desequilibra este sistema de forças, e os dentes movimentam-se, migrando para compensar a perda; eos espaços são criados, desníveis acontecem e a estética e mastigação sofrem, explica Dr. Kleber Lacet, Diretor da área de Reabilitação Oral do Odontocape.

A reposição de um dente perdido pode ser feita através do Implante Dentário ou da Prótese fixa.

7Por que devo repor vários ou todos os dentes que faltam ?

Porque quando se perde o dente, o osso de sustentação , perde sua finalidade principal e passa a ser reabsorvido pelo organismo. Essa atrofia (perda) de osso torna-se mais acentuada na maioria dos casos pela pressão das próteses removiveis (dentaduras total ou parcial), ou ainda pela própria idade da pessoa.

A perda da base de sustentação óssea, devido a falta de dente, causa também problemas estéticos e psicossociais, como: inadequada postura do rosto; rugas de expressão e dificuldades no convívio social.

O IMPLANTE DENTÁRIO pode deter essa perda óssea, mas a prótese móvel, não.

8É normal ocorrer sangramento da gengiva, durante a escovação dos dentes ou no uso do fio dental ?

É preciso tomar cuidado com o tecido que ajuda a sustentar os dentes: as gengivas. Algumas pessoas costumam ter sangramento nas gengivas, quando escovam os dentes ou passam o fio dental.

Mas atenção: ao contrário do que muita gente imagina, isso não é normal, nem inofensivo.

Quando ocorre da gengiva sangrar, indica que o tecido da mucosa bucal está in-flamado e é o primeiro estágio de um processo infeccioso que pode resultar no está final da doença periodontal ( doença das gengivas ) : a perda do dente.

9Quantos implantes serão necessário colocar, para uma pessoa que falta todos os dentes da arcada inferior ?

Desmistificando e esclarecendo a muitas pessoas, a reposição dos dentes que faltam, da arcada inferior, não é feita exatamente em cima de uma conta proporcional da quantidade de dentes que faltam, ou seja: nem sempre a quantidade de dentes que faltam será a quantidade de implantes instalados.

Utiliza-se geralmente 04 a 06 implantes, onde faltam vários ou todos os dentes da arcada inferior. Sobre esses implantes, é feito a reposição de todos os dentes que faltam, na parte inferior da arcada dentária, ou seja: somente 4 a 6 implantes são necessários para repor todos os dentes que faltam da arcada inferior.

O procedimento é feito no próprio consultório, com anestesia local e dura, em média, uma hora.

10Existe algo de errado com a criança que só respira pela boca e às vezes ronca à noite ?

Conhecer um pouco mais sobre os sintomas e observá-los em seu filhos, ajudará muitos pais a diagnosticar o problema e, levá-lo ao dentista.

A respiração pela boca, frequentemente, é vista como um fato simples, mas a médio e longo prazo, pode acarretar prejuízos, muitas vezes irrecuperáveis, principalmente durante a fase de crescimento e alterações do tórax e da postura.

A respiração pelo NARIZ é a NATURAL do ser humano e portanto a respiração necessária para o bem-estar da pessoa. quando uma criança NÃO UTILIZA a via respiratória nasal, fazendo somente pela boca, pode ser DECORRENTE, de 2 fatores:

- Os de natureza obstrutiva: aumento do tamanho das amídalas e das adenóides; desvio do septo ou existência de pólitos, tumores e corpos estranhos (objetos introduzidos no nariz pela própria criança ).
- Já os fatores de natureza, decorrentes de maus hábitos: sucção de dedo, mamadeira ou chupetas 9 que não possuam bico ortodôntico)

Muitos pacientes (crianças) que chegam ao Odontocape para um tratamento odontológico apresentam sintomas de respirador bucal. De acordo com Dr. Eduardo Lacet (Cirurgião-Dentista e Especialista em Ortodontia), deve-se observar, nas crianças, essas CARACTERÍSTICAS:

> Crianças que babam e roncam à noite;
> Apresentam olheiras; cansaço constante;
> Mastigação ruidosa, de boca aberta, ou de um só lado;
> Apresentam troca de fonemas na fala;
> Olfato prejudicado ocorrendo diminuição do apetite;
> Baixa no rendimento escolar, devido a pouca absorção de oxigênio pelo cérebro.
11Quais os sintomas de quem tem problemas de ATM - Disfunções nas Articulações Têmporo- Mandibulares ?

Os pacientes apresentam sinais e sintomas semelhantes, porém podem sofrer de doenças distintas, requerendo tratamentos específicos.

SINTOMAS:

- Dor ao morder, bocejar ou abrir a boca amplamente;
- Dificuldade para abrir totalmente a boca ( contraturas musculares, calcificações articulares);
- Estalido, rangido ou raspado ao morder;
- Dores de cabeça;
- Dor irradiada para qualquer local da face, ouvido, pescoço ou nuca.
12Qual a idade ideal para iniciar um tratamento ortodôntico na criança ?

Esta pergunta é baseada na aflição dos pais , quando os mesmos percebem que na troca dos dentes de seus filhos, os mesmos estão aparecendo em posição defeituosa.

A definição de maloclusão é a posição incorreta dos dentes e das bases ósseas e, algumas pessoas apresentam casos de MALOCLUSÃO:

Tipo de maloclusão CLASSE I:

- Casos em que a pessoa apresenta problemas por falta de espaço entre os dentes;

- Diferença de tamanho de dente/ tamanho de osso (analisado via radiografias);

- São tratadas quando o paciente atinge a idade de 8 a 9 anos.

TIPO DE maloclusão CLASSE II:

- O popular " dentuço" é classificado nesta classe. Deve-se esperar para o final da troca dos dentes de leite, por dentes permanentes, que acontece por volta dos 10 a 11 anos.

Tipo de maloclusão CLASSE III :

- Casos em que a arcada inferior encontra-se à frente da arcada superior, conhecido popularmente como " queixada" - inicia-se ainda precocemente que os casos citados acima, ou seja: os dentes inferiores ultrapassam os dentes superiores, quando a pessoa fecha a boca.

13Os antibióticos podem escurecer os dentes ?

Hoje atendemos um paciente que se queixou que seus dentes estavam manchados e escurecidos. Isso pode ocorrer em pessoas que, quando criança fez uso de tetraciclina ( antibiótico), porém isso acontece no Periodo da formação dos dentes e não após a erupção (nascimento dos dentes).

14Existe auto-exame também para saber sobre câncer de boca ?

O câncer de boca é uma doença que atinge, especialmente,homens e mulheres , geralmente acima de 40 anos, Os homens correm mais riscos porque vão menos ao consultório odontológico que as mulheres e, quando chegam, a doença pode estar em estágio avançado.

Dicas para auto-exame:

- Comece pelos lábios: veja se há mudança de cor e apalpe com os dedos, para procurar áreas mais endurecidas. Vire os lábios e veja a parte interna;
- Examine a bochecha dos dois lados;
- Observe a língua, apalpe toda a superfície, procurando alterações;
- Coloque a língua para fora e vire para um lado e depois para outro. Passe o dedo;
- Incline a cabeça para frente e observe embaixo da língua. Passe o dedo para ver se há caroços;
- Observe o céu da boca;
- Examine a garganta e diga “AAA”, em frente ao espelho;
- Por último, o pescoço: apalpe o pescoço e embaixo da mandíbula procurando caroços.
Fonte: Secretaria Estadual de Saúde
15Sangramento da gengiva pode ter relação com doenças no coração ?

Ao tratar as doenças das gengivas, uma pessoa pode evitar uma série de doenças em outras partes do corpo.

Nem só de dentes bonitos vive uma boca saudável. É preciso tomar cui-dado com o tecido que ajuda a sustentá-los: as gengivas.

Muitas pessoas costumam ter sangramento nas gengivas, quando esco-vam os dentes ou passam o fio dental e acham norma. Atenção: ao contra-rio do que muita gente imagina, isso não é normal, nem inofensivo. Indica que o tecido da mucosa bucal está inflamado e é o primeiro estágio de um processo infeccioso que pode resultar no estágio final da doença Periodon-tal ( de gengiva): a perda do dente.

Quando nada é feito, ou seja, o paciente não procura o consultório do dentista, a infecção vai se espalhando e comprometendo as estruturas que sustentam os dentes e, em casos mais graves, os dentes ficam frouxos e, a pessoa acaba perdendo o dente.

Para se ter uma idéia da incidência do problema, uma pesquisa publicada pelo National Institute for Health dos USA revelou que metade dos ameri-canos com mais de 30 anos apresenta sangramento das gengivas.

As doenças que afetam as gengivas são chamadas de doenças periodon-tais – do grego Peri, em torno de, e odonto, relativo aos dentes. O pri-meiro estágio da doença é a GENGIVITE e, no estágio mais avançado surge a PERIODONTITE.

Inflamação das gengivas X bactérias X doenças do coração

Segundo alguns estudos os indivíduos que tem doenças cardíacas con-gênitas correm o risco de desenvolver uma infecção severa, a endocardite.

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